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sábado, 25 de junho de 2016

Lou Andreas-Salomé


Cquote1.svgOuse, ouse... ouse tudo!!
Não tenha necessidade de nada!
Não tente adequar sua vida a modelos,
nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.
Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.
Se você quer uma vida, aprenda... a roubá-la!
Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer.
Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso:
algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!
Cquote2.svg
Lou-Salomé
(intelectual Russa)

domingo, 3 de agosto de 2014

Cameron Diaz


"Not having a baby might really make things easier, but that doesn't make it an easy decision."

"Não ter um bebê pode tornar as coisas mais fáceis, mas isso não significa que esta seja uma decisão fácil".


Cameron Diaz
(em entrevista à Revista Esquire)

sábado, 12 de julho de 2014

Ser mãe é uma condição subjetiva


Vale lembrar que ser mãe é uma condição subjetiva; nem toda a mulher fértil está apta a exercer a maternidade. Nem ela é mágica capaz de transformar o caráter da mulher.

Mary del Priore

quarta-feira, 26 de março de 2014

Enya



"When I left school, I had a list of priorities headed by 'marriage' and 'children'. That is how, I suppose, as a woman, you are brought up to think. At the same time, as I grew older, I told myself that if it happens, it happens, and that will be fine, but if it doesn't, that will be fine, too." 

"Quando saí da escola, eu tinha uma lista de prioridades que começavam com “casamento” e “filhos”. É assim, penso eu, que uma mulher é levada a pensar. Ao mesmo tempo, à medida em que fui amadurecendo, eu disse a mim mesma: se acontecer, bem. Se não acontecer, bem também." 


Enya
Cantora irlandesa

sábado, 17 de agosto de 2013

Mariela Castro



“Não podemos aceitar migalhas em direitos sexuais e reprodutivos.”

Mariela Castro


NOTA:
O blog "Maria da Penha neles" traz uma entrevista interessante com a sexóloga Mariela Castro (filha do ex-presidente cubano, Raul Castro). Leia aqui

domingo, 14 de julho de 2013

Christine Overall


"(...) ainda se espera que pessoas citem motivos para não ter filhos, mas nenhum motivo é exigido dos que decidem tê-los. Simplesmente se presume que essas pessoas são inférteis, egoístas ou que ainda não tiveram filhos, mas terão. Qualquer que seja o caso, é exigido delas uma explicação. Por outro lado, ninguém diz para os pais que acabaram de ter filhos: 'Por que você escolheu ter filhos? Quais são os seus motivos?' A decisão de procriar não é vista como uma questão que precisa ser pensada ou justificada."

Christine Overall
Professora de filosofia em uma universidade canadense, decidiu ser mãe depois de muito pensar, mas não deixou de apreciar a importância da maternidade consciente. Por isso, escreveu o artigo "Think before you breed" (Pense antes de procriar", de onde eu tirei esta citação, publicado em 17 de junho de 2012 no Jornal New York Times.

domingo, 16 de junho de 2013

Molly Peacock


"We live in a pronatalist culture, so when you decide not to have children, you find yourself at the far edge of the bell curve. How do you live happily there? Well, you live happily there if you are comfortable with your own nature. And that requires talking about how to separate motherhood from female identity. It's still a taboo subject -- not even discussed in women's studies programs. And endlessly fascinating to me, especially as the Census Bureau tells us we will be seeing increasing numbers of people making this decision."


"Nós vivemos em uma sociedade pró-natalista. Então quando alguém decide não ter filhos, esta pessoa se sente isolada. E como viver feliz assim? Bem, você poderá ser feliz se estiver confortável em relação à sua própria natureza. E isso exige um diálogo sobre como separar a identidade feminina da maternidade. Este assunto ainda é um tabu − não é sequer discutido em programas de estudos sobre as mulheres. E é infinitamente fascinante para mim, ainda mais depois de saber que o Censo indica que o número de pessoas que tomarão esta decisão será cada vez maior."



Molly Peacock

Escritora americana, autora do livro Paradise,
sobre a decisão que tomou de não ter filhos.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Katharine Hepburn



"Ser uma dona de casa e mãe é o maior trabalho do mundo, tenho certeza, mas se ele não te interessa, então não o faça. Eu mesma teria sido uma péssima mãe."


Katharine Hepburn
Atriz americana

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Jenna Goudreau



"While many are quick to question why one would choose not to have kids, few ask themselves why they do have kids or are prepared for the reality."

"Enquanto alguns não perdem tempo na hora de questionar por que algumas pessoas escolhem não ter filhos, poucos se perguntam por que eles têm filhos ou se estão preparados para a realidade."
 

Jenna Goudreau
Repórter da Revista Forbes
Source: Forbes


sábado, 6 de outubro de 2012

Laura S. Scott


"Being childfree does not mean we don’t like children; it means we don’t care to have children of our own. We just want people to accept that: It’s okay to be different, and not everyone has to have kids to be fulfilled. I do know some people get so much joy out of their kids. I see it in my friends who have kids. And I don’t envy that, because I feel like I have so much joy in my own life. I appreciate theirs, and more power to them, but we have our own. This is our way of having joy."

"Nossa escolha de não ter filhos não quer dizer que nós não gostamos de crianças; significa que não queremos ter filhos. Nós apenas queremos que as pessoas aceitem isso: que não é errado ser diferente, e que nem todas as pessoas precisam ter filhos para se sentirem realizadas. Eu conheço algumas pessoas que são muito felizes com os filhos que têm. Eu observo isso na vida dos meus amigos que tiveram filhos. E eu não sinto inveja deles, porque eu sinto que tenho tanta alegria em minha vida. Eu respeito a vida deles, e desejo o melhor a eles, mas nós temos o nosso próprio jeito dde viver. Esta é a nossa maneira de ser feliz."

Laura S. Scott
Autora do livro Two is Enough

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Marisa Tomei


"I don't know why women need to have children to be seen as complete human beings."

"Não sei por que as mulheres precisam ter filhos para serem vistas como seres humanos completos."  


Marisa Tomei
Atriz americana


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Até parece

Picasso


"Oh my god – I forgot to use my ovaries!
I’ll die miserable and alone, sobbing into my pillow.

You wish."


"Ai meu deus - esqueci de usar meus ovários!
Vou morrer triste e sozinha, chorando no meu travesseiro.
Até parece."


Li este comentário no espaço reservado aos leitores no final de um artigo de jornal que tratava dos estereótipos enfrentados por mulheres que não têm filhos.

A pessoa assinou apenas como "Teresa".

Tradução: Nicole Rodrigues

domingo, 1 de abril de 2012

Oprah Winfrey



"I could not... have had this life and lived it with the level of intensity that is required to do this show the way it's done. I'd be one of those people that the kid's coming and saying, 'Mom, you've neglected me.'... So I have no regrets about that. I have none ... not one regret about not having children because I believe that ... it is the way it's supposed to be."

"Eu não conseguiria... ter tido esta vida e a vivido com o nível de intensidade que é necessário para fazer este programa da maneira que ele deve ser feito. Eu seria uma dessas pessoas com filhos que chegam e dizem: 'Mão, você me negligenciou...'. Por isso eu não tenho arrependimentos quanto a isso. Nenhum mesmo... não me arrependo de não ter tido filhos porque eu acredito que... aconteceu do jeito que era pra ser."

Oprah Winfrey
Apresentadora de TV americana

Tradução: Nicole Rodrigues
Fonte

sábado, 28 de janeiro de 2012

Capacidade de amar



"Por que apenas as mulheres que dão à luz devem ter o direito ao papel de mãe? Não seria o caso de todos nós, incluindo os homens, termos a capacidade de amar e de cuidar de crianças, independente da nossa ligação biológica com elas?"
Citação do livro "Mad to be a mother"
da autora Brigid McConville

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Lionel Shriver


 "For me, establishing myself as a writer was so important, and took so long, that it consumed my entire reproductive lifetime... I didn't feel I could afford the distraction and emotional energy that it would have taken to try and raise a family at the same time."


“Para mim, me estabelecer como escritora era tão importante, e levou tanto tempo, que consumiu toda a minha fase reprodutiva... Eu não senti que eu conseguiria arcar com a distração e energia emocional necessárias para tentar e cuidar de uma família ao mesmo tempo.”


Lionel Shriver
Escritora americana

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Mae West



"I never wanted children. I thought it would change me - mentally, physically and psychologically. I was always too absorbed in myself and I didn't have time for anybody else. I was talked into marriage once and maybe it was a good thing--I might have gotten married 10 times if I had been free all those years. But you know, a woman becomes a different person when she gets married. She lives for her husband and her family. I wanted to live for myself."

"Eu não quis ter filhos. Eu achava que isso mudaria quem eu sou - mentalmente, fisicamente e psicologicamente. Eu estava sempre tão absorta em mim mesma que não tive tempo para mais ninguém. Eu fui convencida a casar uma vez e talvez tenha sido bom - já que eu poderia ter casado umas 10 vezes se eu estivesse livre todos aqueles anos. Mas, sabe, uma mulher se transforma em uma pessoa diferente quando ela casa. Ela vive para o marido e para a família. Eu queria viver para mim mesma." 

Mae West
Atriz e roteirista americana

Tradução: Nicole Rodrigues

domingo, 3 de julho de 2011

Leitura obrigatória III: "Um amor conquistado - o mito do amor materno".


I

"A voz do ventre? Mas só hoje começamos a perceber como o desejo de ter um filho é complexo, difícil de precisar e de isolar de toda uma rede de fatores psicológicos e sociais. À idéia de "natureza feminina", que cada vez consigo ver menos, prefiro a de uma multiplicidade de experiências femininas, todas diferentes, embora mais ou menos submetidas aos valores sociais cuja força calculo. A diferença entre a fêmea e a mulher reside exatamente nesse "mais ou menos" de sujeição aos determinismos. A natureza não sofre tal contingência e essa originalidade nos é própria"

II

"Ainda é difícil questionar o amor materno, e a mãe permanece, em nosso inconsciente coletivo, identificada como a Maria, símbolo do indefectível amor oblativo."

Élisabeth Badinter,Autora do livro "Um amor conquistado - o mito do amor materno".

Para ler este livro em pdf clique aqui.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Diários uterinos

Os diários são atalhos para a alma de quem os tem. Talvez por isso eu não tenha um: não creio que a minha alma esteja pronta para ser lida por aí. Ainda assim, gosto de ler o diário de outras pessoas – o que é no mínimo irônico, eu sei – e resolvi compartilhar com vocês os itens de uma coleção de diários que um dia pretendo completar para ler várias e várias vezes, do começo ao fim do livro e da vida. Porque além do prazer da leitura curiosa em si, os diários são o material ideal para o livro que estou escrevendo, o “Útero Vazio”, que de uma certa forma nada mais é do que um diário coletivo. Talvez por isso, e não por coincidência, os 4 diários que eu mais desejo ler tenham sido escritos por uterinas muito queridas sobre as quais não me canso de pesquisar:

1) O diário de Virginia Woolf – dividido em 5 volumes (escrito de 1915 a 1941)


Trecho do diário:

“Valha-me Deus! Discutimos quase toda a manhã! E a manhã estava linda e agora desapareceu no Hades para sempre, ferida com as marcas do nosso mau-humor. Quem começou? Quem continuou? Eu sei lá. O que posso dizer é isso: eu fervo em pouca água, e o Leonardo fervilha.” [1]

2) O diário de Virginia Woolf II – “A casa de Carlyle e outros esboços”


Trecho sobre o diário:

"Até 2003, este diário estava esquecido em uma gaveta. A datilografia dos textos tinha sido encomendada pelo marido da escritora, Leonard Woolf, em 1968, a uma jovem chamada Teresa Davies. Mas antes mesmo que Teresa tivesse começado o trabalho, Leonard adoeceu e morreu. Sem saber o que fazer com o caderno de papel pardo, ela o guardou, permanecendo intacto até o ano passado.O diário tem a forma de um bloco de notas e a inscrição "1909" na capa. Mas, ao contrário dos diários posteriores, recheados de acontecimentos, impressões e impropérios, este é um caderno de esboços, divididos em sete capítulos, que revelam uma Virginia Woolf ainda não consagrada, uma autora em formação, uma mulher cheia de dúvidas.” [2]


3) O diário de Frida Kahlo (escrito de 1944 a 1954)

Trecho sobre o diário:

“Ler o diário de Frida Kahlo é inquestionavelmente um ato de transgressão, com certa matriz voyeurista. Este documento constitui a expressão mais íntima dos sentimentos da artista, cuja intenção não foi publicá-lo. Por esta razão cabe catalogá-lo dentro do gênero do diário íntimo, série de anotações de caráter pessoal realizadas por uma mulher. (...)O fato de Frida Kahlo incluir parte da sua obra gráfica no seu diário pessoal converte a este último numa peça quase única entre os “jornais íntimos” dos que se têm conhecimento. Esta coleção de imagens difere do típico caderno de esboços de artista, habitualmente utilizados para guardar traços preliminares de obras posteriores, ou melhor para pôr em formato reduzido a solução de quadros maiores. Só numa ocasião a pintora transformou um desenho realizado a tinta, incluído no diário, num quadro em grande escala. E diferente dos outros, Frida Kahlo deixa de lado os acontecimentos quotidianos e expressa no seu diário – como Virgínia Woolf – uma marca de sentimentos (e imagens) que não se encontra em mais nenhuma outra parte.” [3]

4) O diário de Beatrix Potter


Trecho sobre o diário:

"Na adolescência, Beatrix Potter começou a escrever um diário secreto, em código. Quinze anos após a sua morte, o código pôde ser decifrado. Foi publicado em inglês, sob o título de “Beatrix Potter: A Journal”. [4]


Fontes:
[1] http://virginiawoolf.wordpress.com/2011/05/22/cotidiano-1/
[2] http://srv-net.diariopopular.com.br/03_10_04/ir290902.html
[3] http://www.diariografico.com/htm/outrosautores/Frida/Frida03.htm
[4] http://www.alexsensfuziy.com/2011/04/06/sylvia-plath-escreveu-sobre-virginia-woolf/

sábado, 14 de maio de 2011

Dolly Parton


Sobre o que sentiu após se submeter à laqueadura (um processo de esterilização definitiva, que consiste no fechamento das tubas uterinas).

"I was feeling guilty about not having kids, about having a career, that I'm not the woman I should be because I don't have a desire to have them, that I was selfish."

“Eu me senti culpada por não ter filhos, por ter uma carreira, por não ser a mulher que eu deveria ser já que eu não desejo tê-los, por ser egoísta.”


Dolly Parton
Cantora e compositora americana


Fonte: Dolly Parton online



domingo, 17 de abril de 2011

A razão


"There's a time when you have to explain to your children why they're were born, and it's a marvelous thing if you know the reason by then."

"Um dia você precisará explicar aos seus filhos por que eles nasceram, e este poderá ser um momento maravilhoso se quando ele chegar você souber a razão."

Hazel Scott
Cantora e pianista nascida em Trinidade e Tobago e criada nos Estados Unidos

Foto: Hazel e o filho Adam Clayton Powell III
Tradução: Nicole Rodrigues


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